Cinegrafia, Cotidiano, Lugares

Ano Novo Chinês + Rio, Eu te amo (filme)

Enquanto muitos ainda estavam pulando carnaval (os blocos de carnaval desfilaram aqui em São Paulo até o final de semana do dia 13/14 de Fevereiro), meu carnaval foi no Bloco do Macaco (com todo respeito!). Digo isso porque fui à festa do Ano Novo Chinês, que aconteceu no mesmo fim de semana, no bairro da Liberdade (bairro com tradições orientais e que recebe a festa todos os anos); e a festa estava absurdamente lotada, me fazendo lembrar imediatamente do bloco de Carnaval.

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Deixando de lado a grande quantidade de pessoas, é uma festa muito interessante e super vale à pena de ver, pelo menos pra conhecer: a cultura oriental é riquíssima, cheia de simbolismos e histórias. Por lá, eu li e ouvi várias coisas (das quais não me lembro apenas alguns pontos) das quais não fazia ideia. Mais uma vez, percebi o quanto eu estava perdendo em deixar o Oriente “de lado”.

As celebrações deram início ao ano do Macaco; Isso significa que será um ano bom para começar coisas novas (negócios, por exemplo) e exercitar o lado criativo. Isso acontece porque o macaco é assim: curioso por natureza. Há diversas características pro ano (e pro signo) do macaco, mas estas foram as que mais me chamaram a atenção.

E falando em variedade, há um tempo eu ouvi falar de uma franquia de filmes chamada “Cities of Love”, criada por um francês chamado Emmanuel Benbihy. Cada filme reúne diferentes cineastas e artistas, de diferentes estilos e nacionalidades, para contar pequenas histórias, dentro de uma mesma cidade como pano de fundo.

Esta semana, eu assisti um pedaço do filme “Rio, eu te amo”. Quase todas as histórias existentes no pedaço de filme que assisti, me deixaram apaixonada: não só por se passarem no Rio, mas por serem histórias que poderiam ser vividas por qualquer brasileiro, tendo qualquer cidade como cenário. O Rio de Janeiro foi uma escolha ótima, por ser vista com aquele ar de Tom e Vinícius, mansa e com cara de que o amor existe em cada esquina, mesmo com toda a turbulência e discrepância social que existe no estado.

E foi pela simplicidade e pelo romantismo doce que a cena do garotinho esperando uma ligação de Jesus me encantou:

“Rio, eu te amo” foi lançado em 2014 e conta com os brasileiros Fernando Meirelles (Ensaio sobre a cegueira) e José Padilha (Tropa de Elite) na direção junto com vários gringos e artistas brasileiros como a querida Fernanda Montenegro, Rodrigo Santoro, Tonico Pereira, Wagner Moura (com um texto incrível, enquanto sobrevoa o Cristo Redentor), Marcelo Cerrado, etc etc etc.

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