Cotidiano

Fazer malas + câmbio + preparação pro Carnaval

Pois é. A partir de hoje faltam 29 dias para eu embarcar novamente pra terra da rainha. Ela já me avisou que mal pode esperar que eu chegue lá para podermos tomar o tão famoso chá das cinco. Mas não antes de vermos a troca da guarda e uma disputadíssima partida de Polo. Hahahaha. Falando sério agora… quem mal vê a hora de chegar lá sou eu: lugares pra revisitar, pessoas pra reencontrar (tia, tio, amigos: estou com saudades!). E sim: já comecei a fazer minhas malas.

Mas péra: falta um mês e já tá aprontando a mala? Vamos ser sinceros: a gente sempre leva coisa a mais ou a menos. Sempre esquecemos aquela meia quentinha, aquele brinco amado, escova de cabelo, ou aquela blusinha que a gente NUNCA usa, mas tem certeza que ela vai ser útil um dia.

Com o calor que anda fazendo em São Paulo, metade das minhas roupas estão apenas ocupando espaço. Então por que não aproveitar e já começar a separar as coisas?

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De fevereiro pra março ainda é inverno no hemisfério norte, isso quer dizer que: sejam bem vindos, gorros, luvas e cachecóis! Tem mais coisas que estou separando, mas fica pra colocar a foto mais pra frente.

Como boa brasileira, siiim, tenho um cachecol gracinha verde e amarelo. E uma tornozeleira. E uma camiseta do Brasil. E… Bem, não vou ter como esconder que vim daqui.

Além das roupas de frio, tem os meus quatro amores: minhas câmeras analógicas, que com muita tristeza esqueci de levar da última vez. Mas isso não vai se repetir, pois elas já estão empacotadinhas, lindas pra cruzar o atlântico.

Outra coisa importante que venho fazendo há algum tempo, é resolver o problema do dinheiro: cartão pré pago, desbloqueio do cartão do banco pra débito, papel moeda, etc. Infelizmente, nada mudou. Sinto que vou ter problemas novamente. Depois de quebrar a cabeça, ira pra lá e pra cá, pesquisar, seguem algumas considerações:

– A opção de carregar o papel moeda é a mais viável e mais barata, porém, a menos segura (o imposto para compra de papel moeda é de 0,38%)

– O desbloqueio do cartão do banco para utilização no exterior pode ser feito pelo Bankline (no meu caso, Itaú), entretanto, o desbloqueio é efetuado somente para a função crédito. Para desbloquear débito, é necessário falar com o atendimento (eu fiz o desbloqueio diretamente na minha agência)

– SEMPRE tenha o telefone do gerente de sua agência na mão. Nunca se sabe quando vai precisar. Os atendimento telefônicos sempre presumem que estamos com problemas na função crédito. E quase nunca resolvem seu problema.

– Tive problemas com recarga online com a Western Union. Não foi creditado meu dinheiro no cartão pré pago e o dinheiro foi devolvido pra minha conta de um jeito estranho. Tentarei entender o que aconteceu amanhã, pois ninguém atende no telefone disponível no site.

– A taxa para recarga de moeda em um cartão pré pago é de 6,38%, a mesma taxa que será cobrada caso seja utilizada a função débito do seu cartão comum (aquele, do banco, que utilizamos aqui). Portanto, eu não vi vantagem no cartão pré pago. A menos que eu encontre uma casa de câmbio que tenha uma taxa negociável, inferior a 6,38%, irei preferir usar o meu próprio banco.

Mas, antes da tão esperada viagem, o que temos? Carnaval! Amor da minha vida, razão do meu viver ❤

53058390284209023Sexta feira foi dia de ir bater canela (alguém ainda fala isso?) e procurar os apetrechos pra cair na folia. Consegui meu tão esperado chapéu de irlandês (ou, como disse meu amigo, talvez um primo It – da família Addams – de chapéu) e florzinhas para uma coroa marabijosa (que eu mesma fiz). Vários dias de Carnaval, várias fantasias diferentes, que ainda estão em processo de criação improvisação.

E pra entrar no clima de carnaval, nada mais maneiro que uma música, de um bloco que é muito amor: O Bloco do Sargento Pimenta! O bloco vai pras ruas de Sampa no dia 07 de Fevereiro e pras ruas do Rio de Janeiro no dia 16 de Fevereiro.

E é isso!

Até mais!

Flavia x

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Cotidiano

Artesanato: a saga

Não é segredo pra ninguém que eu sempre adorei coisas hippies: pedrinhas, miçanguinhas, tiras de couro, brinco de pena, bla bla bla. Então, eis que surge uma ideia de uma tia: por que você não faz pra vender? Confesso que nunca pensei nessa possibilidade. E continuo sem pensar. Porque o que pode ser do meu gosto, pode não ser do gosto das pessoas.

Enfim, o caso é que fui. E comprei. E to fazendo. E é uma terapia. Mas pra conseguir as coisas… ai sim é uma saga. Comprei meus penduricalhos na Ladeira Porto Geral (travessa da 25 de Março), que estava caótica, como sempre.

Ladeira Porto Geral x 25 de Março ao meio dia de hoje. Este lugar é cheio pra sempre.

E é agora que entra a parte da saga: eu não faço A MINIMA IDEIA de onde comprar as coisas neste lugar. É sempre muita gente, as lojas são sempre tão parecidas e muitas vezes tem duas delas no mesmo prédio, ou uma num lugar, uma no outro, que parece que estamos entrando sempre na mesma loja. Isso sem contar que se comprar no atacado é um preço, no varejo é outro, que pra marinheiros de primeira viagem (tipo eu), torna-se uma via sacra. MAS, apesar do monte de gente, das várias opções que nos deixam malucos, é uma experiência divertida, que com certeza se repetirá.

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Coisas compradas da primeira…
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… e segunda vez, com coisinhas já feitas.

O barato de fazer isso é que é como se eu estivesse montando um quebra cabeça… Mas o resultado final será meio inesperado. E fora do padrão como os quebras cabeças normais.

=)

Um beijo!