Cotidiano, Lugares

Da Vinci + Decoração de natal

0942428742921

Uma das tarefas do projeto “ficar sem trabalhar” é: encontrar a maior quantidade de coisas gratuitas pra se fazer. A exposição do Leonardo da Vinci está rolando no prédio do Fiesp, na Avenida Paulista (mais informações aqui). Quem fala que São Paulo não tem nada de graça, tá marcando bobeira (eu era uma destas pessoas).

 

535u9037593270523

3904724129712002

Eu não fazia ideia de metade das coisas que ele fez. O cara foi um gênio. As maquetes expostas não foram feitas por ele, mas baseadas nos desenhos que ele fez, indicando mecanismo de funcionamento, dimensões das coisas, etc. Desenhos de máquinas (de guerra, tecelagem), pessoas, animais, esqueletos, construções, etc etc etc. Eu não imaginava uma obra desse jeito. Nem só de Monalisa vivia Leonardo da Vinci. A exposição é bem interativa (algumas coisas podemos mexer, apertar botão, etc), mas exige um pouco de compreensão, paciência e bom senso, já que são várias pessoas querendo usar uma mesma máquina.

39293299032h203920

5490357947593279523 Como já falei da outra vez, foi dada a largada pra decoração de natal. Nessa época do ano (apesar de não ser minha preferida), a avenida Paulista fica mais singular que nunca. E o Banco Itaú, como sempre, deixando as pessoas encantadas com sua decoração. Acho que a decoração do Itaú sempre foi e sempre será a mais linda de todas as decorações.

399898398986723634593484798578345A região da Paulista também é interessante pois nunca se conhece tudo. Já passei pela rua Augusta milhões de vezes e sempre descubro algo novo. Desta vez, foi essa loja de chapéus (que devem custar os olhos da cara + um rim e um pulmão), num dos becos que têm por lá. O clima que rola nessa viela, parece de interior, pois em algumas das lojas não há ninguém (porque provavelmente a pessoa está conversando com o vizinho).

E pra finalizar, venho alimentando meu vício por café e mate com limão. Mate pra matar a sede, café pra terminar o passeio. Terminar o passeio com o pulso doendo menos (afinal, não estou usando a tala por ser tendência do verão 14/15, juro!). Me machuco e não faço ideia de onde foi.

Flavia.

x

Advertisements
Cotidiano

Alou =)

O primeiro post em um blog (seja ele qual for), é sempre muito estranho. Normalmente é como se apresentar a um desconhecido, do tipo: “Oi, meu nome é Flavia” e bla bla bla. A ideia surgiu de tanto insistirem (minha tia, minha amiga, meu amigo, etc etc etc) para que eu fizesse alguma coisa (ou seja, a iniciativa não partiu de mim).

Cabeça que pensa demais e não divide os pensamentos, fica pra trás! De nada adianta pensar muita coisa e não compartilhar, pra não discutir ideias e crescer com isso. Talvez este seja mais um motivo para eu finalmente ter acatado as insistências das pessoas em fazer isso.

Aqui é só um canto para expor ideias, compartilhar olhares, pontos de vista e algo mais que eu imaginar que esteja relacionado a algumas coisas que eu realmente gosto: moda (a não convencional, covencional, estranha, duvidosa…) e música, que preenche meu dia do momento que acordo ao momento que vou dormir.

Não entendo um P de futebol, mas adoro coisas relacionadas. Esse cachecol virou meu xodó!

Adoro essa ideia de se vestir conforme humor, ocasião. Mas eu, particularmente, tenho um grande problema em ser sempre do contra: vou pro pagode usando vestido de balada indie. Vou pro role alternativo vestindo sapatilha. Passo frio no inverno e calor no verão. Mas essas coisas acontecem.

Digo isso porque meus amigos sempre dizem que eu sou a pessoa mais diferente do mundo, no sentido vestimenta. A foto foi tirada num dia que encontrei um amigo, alguns meses depois de eu ter voltado da Zoropa. A maior parte das coisas eu comprei la, então tive que ouvir um “ta metida mesmo”. A maior parte das coisas são encontradas aqui: cardigan eu vi vários na Renner (que foi onde eu comprei a calça. O meu foi comprado na Primark, uma loja com roupas a tipo… cinco libras); a regata foi comprada em Camdem Town, um lugar maneirasso, cheio de coisas diferentes em Londres. Não tem como não se apaixonar por Camdem Town. Mas a mesma regata pode ser encontrada em lojas de departamentos tipo Riachuello (só conheço lojas de departamento. Nunca fui de pagar caro em roupa. E as uso até o fim) ou em feiras hippies. E chapéu da Forever 21 (que quando abriu aqui no Brasil foi um auê, mas a loja é uma loja de departamentos comum, com coisas de bom gosto. Nada diferente do Brasil).

Algumas pessoas acham que roupa bonita só existe lá fora. Mentira. O caso é que tem coisa barata. Apenas. Muita coisa que tem la fora também tem aqui. A escolha da foto com coisas compradas lá fora foi coincidência, hahaha. E falta de foto. Não tenho este hábito de “selfies”, mas tentarei adquiri-lo.

É isso!

Umbeijo!