Cotidiano

Artesanato: a saga

Não é segredo pra ninguém que eu sempre adorei coisas hippies: pedrinhas, miçanguinhas, tiras de couro, brinco de pena, bla bla bla. Então, eis que surge uma ideia de uma tia: por que você não faz pra vender? Confesso que nunca pensei nessa possibilidade. E continuo sem pensar. Porque o que pode ser do meu gosto, pode não ser do gosto das pessoas.

Enfim, o caso é que fui. E comprei. E to fazendo. E é uma terapia. Mas pra conseguir as coisas… ai sim é uma saga. Comprei meus penduricalhos na Ladeira Porto Geral (travessa da 25 de Março), que estava caótica, como sempre.

Ladeira Porto Geral x 25 de Março ao meio dia de hoje. Este lugar é cheio pra sempre.

E é agora que entra a parte da saga: eu não faço A MINIMA IDEIA de onde comprar as coisas neste lugar. É sempre muita gente, as lojas são sempre tão parecidas e muitas vezes tem duas delas no mesmo prédio, ou uma num lugar, uma no outro, que parece que estamos entrando sempre na mesma loja. Isso sem contar que se comprar no atacado é um preço, no varejo é outro, que pra marinheiros de primeira viagem (tipo eu), torna-se uma via sacra. MAS, apesar do monte de gente, das várias opções que nos deixam malucos, é uma experiência divertida, que com certeza se repetirá.

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Coisas compradas da primeira…
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… e segunda vez, com coisinhas já feitas.

O barato de fazer isso é que é como se eu estivesse montando um quebra cabeça… Mas o resultado final será meio inesperado. E fora do padrão como os quebras cabeças normais.

=)

Um beijo!

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Cotidiano

Alou =)

O primeiro post em um blog (seja ele qual for), é sempre muito estranho. Normalmente é como se apresentar a um desconhecido, do tipo: “Oi, meu nome é Flavia” e bla bla bla. A ideia surgiu de tanto insistirem (minha tia, minha amiga, meu amigo, etc etc etc) para que eu fizesse alguma coisa (ou seja, a iniciativa não partiu de mim).

Cabeça que pensa demais e não divide os pensamentos, fica pra trás! De nada adianta pensar muita coisa e não compartilhar, pra não discutir ideias e crescer com isso. Talvez este seja mais um motivo para eu finalmente ter acatado as insistências das pessoas em fazer isso.

Aqui é só um canto para expor ideias, compartilhar olhares, pontos de vista e algo mais que eu imaginar que esteja relacionado a algumas coisas que eu realmente gosto: moda (a não convencional, covencional, estranha, duvidosa…) e música, que preenche meu dia do momento que acordo ao momento que vou dormir.

Não entendo um P de futebol, mas adoro coisas relacionadas. Esse cachecol virou meu xodó!

Adoro essa ideia de se vestir conforme humor, ocasião. Mas eu, particularmente, tenho um grande problema em ser sempre do contra: vou pro pagode usando vestido de balada indie. Vou pro role alternativo vestindo sapatilha. Passo frio no inverno e calor no verão. Mas essas coisas acontecem.

Digo isso porque meus amigos sempre dizem que eu sou a pessoa mais diferente do mundo, no sentido vestimenta. A foto foi tirada num dia que encontrei um amigo, alguns meses depois de eu ter voltado da Zoropa. A maior parte das coisas eu comprei la, então tive que ouvir um “ta metida mesmo”. A maior parte das coisas são encontradas aqui: cardigan eu vi vários na Renner (que foi onde eu comprei a calça. O meu foi comprado na Primark, uma loja com roupas a tipo… cinco libras); a regata foi comprada em Camdem Town, um lugar maneirasso, cheio de coisas diferentes em Londres. Não tem como não se apaixonar por Camdem Town. Mas a mesma regata pode ser encontrada em lojas de departamentos tipo Riachuello (só conheço lojas de departamento. Nunca fui de pagar caro em roupa. E as uso até o fim) ou em feiras hippies. E chapéu da Forever 21 (que quando abriu aqui no Brasil foi um auê, mas a loja é uma loja de departamentos comum, com coisas de bom gosto. Nada diferente do Brasil).

Algumas pessoas acham que roupa bonita só existe lá fora. Mentira. O caso é que tem coisa barata. Apenas. Muita coisa que tem la fora também tem aqui. A escolha da foto com coisas compradas lá fora foi coincidência, hahaha. E falta de foto. Não tenho este hábito de “selfies”, mas tentarei adquiri-lo.

É isso!

Umbeijo!