Cotidiano, Lugares

Da Vinci + Decoração de natal

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Uma das tarefas do projeto “ficar sem trabalhar” é: encontrar a maior quantidade de coisas gratuitas pra se fazer. A exposição do Leonardo da Vinci está rolando no prédio do Fiesp, na Avenida Paulista (mais informações aqui). Quem fala que São Paulo não tem nada de graça, tá marcando bobeira (eu era uma destas pessoas).

 

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Eu não fazia ideia de metade das coisas que ele fez. O cara foi um gênio. As maquetes expostas não foram feitas por ele, mas baseadas nos desenhos que ele fez, indicando mecanismo de funcionamento, dimensões das coisas, etc. Desenhos de máquinas (de guerra, tecelagem), pessoas, animais, esqueletos, construções, etc etc etc. Eu não imaginava uma obra desse jeito. Nem só de Monalisa vivia Leonardo da Vinci. A exposição é bem interativa (algumas coisas podemos mexer, apertar botão, etc), mas exige um pouco de compreensão, paciência e bom senso, já que são várias pessoas querendo usar uma mesma máquina.

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5490357947593279523 Como já falei da outra vez, foi dada a largada pra decoração de natal. Nessa época do ano (apesar de não ser minha preferida), a avenida Paulista fica mais singular que nunca. E o Banco Itaú, como sempre, deixando as pessoas encantadas com sua decoração. Acho que a decoração do Itaú sempre foi e sempre será a mais linda de todas as decorações.

399898398986723634593484798578345A região da Paulista também é interessante pois nunca se conhece tudo. Já passei pela rua Augusta milhões de vezes e sempre descubro algo novo. Desta vez, foi essa loja de chapéus (que devem custar os olhos da cara + um rim e um pulmão), num dos becos que têm por lá. O clima que rola nessa viela, parece de interior, pois em algumas das lojas não há ninguém (porque provavelmente a pessoa está conversando com o vizinho).

E pra finalizar, venho alimentando meu vício por café e mate com limão. Mate pra matar a sede, café pra terminar o passeio. Terminar o passeio com o pulso doendo menos (afinal, não estou usando a tala por ser tendência do verão 14/15, juro!). Me machuco e não faço ideia de onde foi.

Flavia.

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Cotidiano

Artesanato: a saga

Não é segredo pra ninguém que eu sempre adorei coisas hippies: pedrinhas, miçanguinhas, tiras de couro, brinco de pena, bla bla bla. Então, eis que surge uma ideia de uma tia: por que você não faz pra vender? Confesso que nunca pensei nessa possibilidade. E continuo sem pensar. Porque o que pode ser do meu gosto, pode não ser do gosto das pessoas.

Enfim, o caso é que fui. E comprei. E to fazendo. E é uma terapia. Mas pra conseguir as coisas… ai sim é uma saga. Comprei meus penduricalhos na Ladeira Porto Geral (travessa da 25 de Março), que estava caótica, como sempre.

Ladeira Porto Geral x 25 de Março ao meio dia de hoje. Este lugar é cheio pra sempre.

E é agora que entra a parte da saga: eu não faço A MINIMA IDEIA de onde comprar as coisas neste lugar. É sempre muita gente, as lojas são sempre tão parecidas e muitas vezes tem duas delas no mesmo prédio, ou uma num lugar, uma no outro, que parece que estamos entrando sempre na mesma loja. Isso sem contar que se comprar no atacado é um preço, no varejo é outro, que pra marinheiros de primeira viagem (tipo eu), torna-se uma via sacra. MAS, apesar do monte de gente, das várias opções que nos deixam malucos, é uma experiência divertida, que com certeza se repetirá.

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Coisas compradas da primeira…
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… e segunda vez, com coisinhas já feitas.

O barato de fazer isso é que é como se eu estivesse montando um quebra cabeça… Mas o resultado final será meio inesperado. E fora do padrão como os quebras cabeças normais.

=)

Um beijo!