Cotidiano

An image says more than a thousand words

The problem is THE word that people say. And how they say it. And from which perspective the image has being seen.

Yesterday, the country went to the streets askinf for the Impeachment, for the end of the corruption, military intervention, etc etc etc. I stayed at home watching the brazilian version of The Voice Kids. And it was beautiful. While people were protesting, I’ve seen some stuff on Facebook… then, I saw this pic:

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And about it, a thousand of words has been said, like:

  • She (the nanny) is doing only her job (and this information was used as a kind of argumentation by the couple in the photo);
  • The black woman is kept as a slave by the white people.
  • The nanny is working and she is going to a protest lead by the right party, something that can be against her own ideology;
  • “Rei do Mate” (or Mate’s King, a food chain) in Rio de Janeiro. Someday they will create “Barbecue King” in Bahia. (Mate, a kind of tea and Barbecue are things typically consumed in the South area of Brazil. In Bahia, the typical food is Acarajé, nothing to do with Barbecue. In my opinion, this is the BEST comment, just because it’s funny).

The thing is, the photo was taken during a protest where the most part of the people support the right party. The picture shows a white couple that has a black woman as their nanny; and the nanny is working on a Sunday. But… the Internet does not forgive anyone. People are posting huge texts speaking up for the nanny, speaking up for the couple, supporting one side and supporting the other side.

The only person who can say whether she’s happy or not, is the nanny.The only one who can say if she is acting against her own ideology, like going to a protest with the bosses, is the nanny. If a person consider himself against the smoking but this same person works for a company that produces cigarretes because this is the only job he could find in this very moment, his bosses deserve being crucified?

I know this example is completely different and can’t be compared to what happened to the woman portrayed in the photo; the black woman is underrated in labour market. And the fact of being black makes it much more complicated. I know it very very well. But las week I watched a video where the girl says something like “if you are chatting with a few people and someone makes a joke about (here, you think about some minority: ethnic, sexual or social) and if between these people, there are someone from this “minority”, the only person who can say if it was a bad joke, if any harm was caused, is the person who belongs to this “minority”. But we can always be supportive when such a thing happens, in other words, we can not close our eyes, but we can not raise our weapons if we don’t know how the person supposedly offended is feeling.

We don’t know if the nanny was offended by the actions of her bosses. Maybe so. Maybe no. Until now, she hasn’t said a word. And probably, will not say. This is why there are so many people being supportive. Unfortunately, our society is racist and misogynist. And things doesn’t get better, because Brazil has many troubles with a big economical crisis. So, unfortunately, we have to take the “this is what we have for today, because tomorrow, we don’t know if we are going to have the same chance” (related to job opportunities, school, food…).

In my opinion, it’s great when we have causes to support. Talk about it is very healthy and it’s amazing when we can learn new things with discussions, if we keep mind and heart open. The picture should be used as a starting point for biggest speeches like: what can we do to improve the women’s position in labour market? How can we improve our country? How can we live as a society, providing equal oportunities? Why someone takes kids and dogs to a protest, a place with so much noise, when kids and dogs have very sensible hearing? But healthy conversation are very rare nowadays while the hate speechs and virtual lynching are more commom.

The internet became big  hustings. Judges and attorney from social networks. A big place for attacks and defenses, where, Power Point slides are shows, one after another, for the people express their opinion. But only for two or three days. Tomorrow, there will be a different slide. And nobody will remember of the slide from Yesterday, the Carnival one.

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(The photo above is anothe example of what happened to the people on the first photo of this post. This family, dressed as Aladdin, Jasmine and Abu as acused of racism because they dressed their addopted son (who is black) as Abu, a monkey – therm usually used to offend black people).

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Cotidiano

Feminismos + Caminhada + Beatles

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Sim. Feminismo. De acordo com o dicionário, “Movimento iniciado na Europa com o intuito de conquistar a equiparação dos direitos políticos e sociais de ambos os sexos“. Não. Feminismo não é menosprezar o homem. Não é querer ser homem. Não é o oposto de machismo. Já faz um tempo que tenho lido sobre isso. Assistido documentários. Filmes. Entrevistas. Protestos. Etc. E, infelizmente, apesar da luta ser antiga, o cenário não muda. Mulher não pode. Mulher não deve. Não é coisa de menina. O não sempre vem antes de qualquer coisa, quando comparamos coisas que homens e mulheres fazem.

Não sou militante, manifestante. Não vou pra rua. Não queimo sutiã. Não faço topless. Mas isso não faz de mim menos defensora do feminismo. Quebrar tabus. Usar a roupa que eu bem entender. Brincar de carrinho, fazer pipa (sim, já cheguei a ouvir que mulher não sabe fazer pipa). Trabalhar na área que eu quiser. Beijar quem quiser. Sair de casa sem sentir medo. Fazer a caminhada matinal sem ouvir um assovio ou um comentário grosseiro (cantadas agressivas pode ser consideradas assédio). Igualdade entre os sexos não é pedir demais. Ou é?

Ainda ontem li um texto absurdo, sobre analisar uma mulher em dez passos, ou seja, o que uma mulher não (vejam aqui, o NÃO de novo) pode ser, ter ou fazer. Queria que tivesse sido uma piada de mau gosto. Não era. Pior ainda é saber que tem gente que concorda. Bota fé. Exalta o autor.

Por outro lado, felizmente, tem gente na luta. Interessadx em mudança. O documentário O papel que me cabe conta histórias anônimas, de mulheres que sofreram preconceito por ser mulher. Depois de ver esse documentário, cheguei mais uma vez à mesma conclusão: A culpa NÃO é nossa. Usar roupa curta, não justifica. Querer sair com quem quiser, não justifica. Ter o cabelo ou o corpo fora do “padrão” definido pela sociedade, não justifica. Ser mulher não justifica. Nada justifica o machismo, comentários, ataques diretos e indiretos. Preconceito velado. NADA justifica.

1. Tênis + corda. 2. Roupa fresca pros dias impossíveis de verão. 3. Vai ter cropped sim! E se reclamar, vai ter dois!. 4. Calça + iPod + porta dolar (pra carregar dinheiro, chave, iPod quando a calça não tem bolso).

 

Enfim. Depois do desabafo (hahaha!), finalmente decidi (tentar) estabelecer uma rotina de exercícios, criar resistência e preparar pro projeto Inverno 2015 (Sim. Inverno. Mais detalhes futuramente). Mentira. Nunca consegui estabelecer rotina pra nada. Mas estou tentando me exercitar seriamente dessa vez: caminhada intercalada com pequenos períodos de corrida (de levs!), pular corda e outros exercícios propostos pelo “7 Minutes work out” (não é publipost!). Baixei esse app e achei o máximo. Ele conta. Apita. Fala. Só não manda tomar água. Fácil de usar e configurar, telas amigáveis, uma belezinha. E o tempo passa tão rapidinho que nem parece que foram apenas sete minutos.

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Ainda não sei dizer o resultado nessa iniciativa de ano novo, mas eu já percebi que estou menos mal humorada (não que eu fosse SUPER mal humorada), menos brava e cabeça mais arejada. Além disso, estou tentando seriamente cortar (ainda mais) os junk foods (recusei Ruffles e McDonalds essa semana. YES!), voltando a beber água. Etc etc etc. Além disso, estou mais de bem com roupas de calor (shorts, cropped, regata,  legging pra correr…. porque ninguém merece passar um dia de 32° usando camisa de manga e calça comprida).

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E pra acompanhar essa minha rotina, a trilha sonora foi dos meus lindos de Liverpool ❤ (lista abaixo e disponível no Grooveshark)

1. Ob-La-Di, Ob-La-Da
2. Drive My Car
3. A Hard Day’s Night
4. All You Need Is Love
5. Baby You’re A Rich Man
6. Love Me Do
7. Penny Lane
8. Help!
9. Hold Me Tight
10. She Loves You
11. All My Loving

 

Até a próxima!

Flavia

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